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	<title>Perigos do Hipnotismo</title>
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	<description>Centro Rosacruz Max Heindel  A Filosofia Rosacruz é uma corrente de pensamento ocidentalista e cristão, que visa a elevação espiritual do ser humano através do desenvolvimento harmonioso da via ocultista e da via mística.</description>
	<pubDate>Wed, 02 Nov 2011 03:41:27 GMT</pubDate>
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		<title>Perigos do Hipnotismo</title>
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		<title>Centro Rosacruz Max Heindel</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Nov 2011 03:41:27 GMT</pubDate>
		<author>Centro Rosacruz Max Heindel - AnjoAlfie </author>
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		<title>Centro Rosacruz Max Heindel</title>
		<description><![CDATA[<DIV><BR>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Dominar os outros pelo exercício do poder da vontade, é um assalto mental muito mais repreensível do que um assalto no plano físico. Este assalto mental, que se chama "hipnotismo", está classificado, pelos efeitos que gera, exactamente como um assalto físico. Um homem forte pode dar uma palmada em tom de brincadeira para que outro faça a sua vontade, ou pode espancá-lo até que ele fique inconsciente. O hipnotizador gere a força necessária para influenciar o cliente a comprar aquilo que não quer ou não pode, chamando a isso negócio legítimo. </DIV>  <DIV><BR>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Se esta prática já é nociva e bastante difundida, ponderemos sobre os efeitos posteriores causados por um hipnotizador que leva um "indivíduo" a um sono hipnótico. O alcance deste mal só pode ser avaliado quando observamos os efeitos desastrosos sobre os corpos invisíveis dessa pessoa. </DIV>  <DIV><BR>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; É uma característica dos corpos invisíveis do homem, que eles actuem sob o comando da Vontade. Todo o impulso à acção que vem de dentro, tem origem na vontade do próprio homem, enquanto os incentivos à acção que surgem de fontes externas, comummente chamadas de "circunstâncias", originam-se pela vontade de outros. A diferença entre o homem de carácter forte, bom ou mau, e o homem fraco, é que o primeiro é impelido pela sua própria vontade, por uma fonte interna que o capacita, apesar das circunstâncias, a fazer o que ele decidiu. Por outro lado, o fraco, que não tem vontade própria, é um joguete indefeso das circunstâncias, porque é dominado pela vontade alheia e torna-se um náufrago nos mares tempestuosos da vida. </DIV>  <DIV><BR>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Nenhuma pessoa de vontade forte pode ser dominada por um hipnotizador a ponto de ser colocada em estado de sono, e ninguém que mantenha uma atitude mental positiva pode ser dominado. O hipnotizador diz à vítima, que não suspeita de nada, que primeiro se relaxe, que procure ser bastante negativa e que deseje dormir. Os passes do hipnotizador são então dirigidos para a cabeça da pessoa, aplicados sobre a cabeça do corpo vital que é comprimida através da cabeça física, de maneira que ela jaz ao redor do pescoço em grossos rolos, algo parecido com a gola de uma camisola de lã. <BR></DIV>  <DIV>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Assim, a ligação entre o Ego e o corpo denso é cortada como no sono, e os veículos superiores são retirados. Contudo, existe uma condição diferente da do sono. A cabeça do corpo vital não está no seu próprio lugar envolvendo e permeando a cabeça do corpo denso da vítima. Ela está agora impregnada pelo éter do corpo vital do hipnotizador, e assim ele obtém poder sobre a sua vítima. <BR>Se sabemos o que significa "interceptar uma linha", temos, até certo ponto, a chave para a relação entre o hipnotizador e a sua vítima. </DIV>  <DIV><BR>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Se um homem tem um telefone privado com ligação directa da sua casa para o escritório e alguém fizer uma conexão entre os dois lugares, ficará apto a interceptar mensagens, do homem de negócios, a expedir ordens, etc. O hipnotizador faz algo semelhante. Ele intercepta as linhas de comunicação entre o Ego e o corpo da sua vítima, interpondo parte dele próprio na linha,&nbsp; e, em virtude disso, pode forçar o Ego a sair para o mundo invisível e, dentro do possível, obter as informações que ele desejar, ou pode fazer com que o corpo denso execute actos repreensíveis ou criminosos, segundo o seu prazer. </DIV>  <DIV><BR>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Mas o perigo maior para a vítima consiste no facto de que, uma vez que parte do corpo vital do hipnotizador foi introduzida no seu, não pode ser totalmente retirada ao acordar. Uma pequena parte permanece na medula oblongada e forma um núcleo pelo qual o hipnotizador pode ingressar e subjugar a sua vítima mais facilmente na próxima vez, e, em cada ocasião, algo é acrescentado a este núcleo. Aos poucos, a pobre vítima torna-se completamente indefesa, submissa à vontade do seu “dono”, não importando a distância, até que a morte de um ou de outro quebre esta conexão. </DIV>  <DIV><BR>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Este remanescente do corpo vital do hipnotizador é também o depósito das ordens a serem executadas no futuro, envolvendo a realização de um determinado acto, num determinado dia, a uma determinada hora. Quando chega o momento, o impulso desprende-se como uma mola de um despertador; e a vítima deve executar a ordem, ainda que seja para matar, embora não tenha consciência de que está a ser influenciada por outra pessoa. Com a morte do hipnot izador, todas as suas vít imas se libertam e nenhuma sugestão para um subsequente encontro irá forçá-las a agir. </DIV>  <DIV><BR>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Algumas vezes, argumenta-se que o hipnotismo pode ser usado beneficamente para a cura do alcoolismo e de outros vícios, e admitimos prontamente que, analisando apenas sob o ponto de vista material, isto pode ser verdadeiro. Porém, sob o ponto de vista da ciência oculta, isto está longe de ser assim. Como todos os desejos, a ânsia pela bebida está no corpo de desejos e é dever do Ego dominá-la pela força de vontade. Por isso estamos na escola da experiência que se chama vida, e nenhum homem pode fazer o seu crescimento moral através de outro, do mesmo modo que ninguém pode digerir uma refeição por outro. A natureza não deve ser enganada. Cada um tem que resolver os seus próprios problemas, superar os seus próprios defeitos através da sua própria vontade. Se, consequentemente, um hipnotizador dominar o corpo de desejos de um alcoólico, o Ego deste, terá que aprender a sua lição numa vida futura, se ele morrer antes do hipnotizador. Se o hipnotizador morrer primeiro, o homem certamente voltará a beber, pois a parte do corpo vital do hipnotizador que controlava esse desejo gravitará de volta à sua fonte e não haverá cura. A única maneira de dominar um vício para sempre é através da força de vontade. </DIV>  <DIV>&nbsp;</DIV>  <DIV>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O homem que usa os seus poderes mentais indignamente, é a pior e a mais perigosa espécie de criminoso. O mais pérfido de todos os males é aquele que é realizado sobre o plano mental de uma pessoa. Um homem, sob a aparência de perfeita respeitabilidade, muitas vezes sob o manto da benevolência, pode arruinar outras vidas submetendo-as à sua vontade e, não obstante, parecer irrepreensível e até ser considerado um amigo e benfeitor pela própria vítima. </DIV>  <DIV>&nbsp;</DIV>  <DIV>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A sua transgressão é raramente punida na mesma vida em que foi cometida, mas, em vidas futuras, muitas vezes encontra a sua expiação no idiotismo congénito. O crime de certos hipnotizadores é, na verdade, uma fase daquilo que a Bíblia descreve como "o pecado contra o Espírito Santo", um mal espiritual. O hipnotismo pode ser considerado um grande crime na Terra e um sério perigo para a sociedade. <BR>&nbsp;</DIV>]]></description>
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		<pubDate>Wed, 02 Nov 2011 03:41:27 GMT</pubDate>
		<author>Centro Rosacruz Max Heindel - AnjoAlfie </author>
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		<title>Centro Rosacruz Max Heindel</title>
		<description><![CDATA[<DIV>MATERIALISMO CIENTÍFICO </DIV>  <DIV>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O actual materialismo científico representa um grande desafio para aqueles que procuram a verdade <BR>espiritual. O objectivo deste folheto é apresentar as alternativas do materialismo para que possam ser úteis aos aspirantes espirituais de hoje.&nbsp; <BR>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O materialismo científico baseia-se na premissa de que nada pode ser aceite se não for observado através dos cinco sentidos ou avaliado por instrumentos. Assim, o materialismo reconhece apenas o Mundo Físico e as suas leis. Tem origem nas teorias de Charles Darwin, Augusto Comte, Herbert Spencer, Sigmund Freud, Karl Marx e Friedrich Engels, entre outros. <BR>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Estas teorias sustentam que o homem, assim como todas as formas de vida que existem no nosso planeta, são o resultado de forças químicas que interagem casualmente, portanto, ele é um resultado final e acidental, sem qualquer objectivo maior para a sua existência. A sua sobrevivência, como um organismo psicológico, requer o equilíbrio entre as forças internas que surgem do ser consciente, e as forças externas que recebe de fontes sociais e ambientais. Embora possa tentar satisfazer os seus desejos internos sem provocar uma ameaça exterior, ele não tem nenhum controlo directo sobre as f orças tanto i nternas como externas. <BR>A solução para o dilema humano, de acordo com as implicações actuais do materialismo, é controlar os anseios internos através de drogas e da modificação do comportamento, e controlar as forças externas pela manipulação directa das estruturas política, social e económica. <BR>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Neste conceito, não existe responsabilidade individual, porque em qualquer momento no tempo, o homem é simplesmente o resultado de factores sobre os quais não exerce nenhum controlo. Como exemplos: a "genética", a "educação" ou a "pobreza" são consideradas, muitas vezes, responsáveis pelo comportamento do homem. Por esta teoria, o homem não tem uma força de vontade individual pela qual possa ser responsabilizado; simplesmente responde aos estímulos internos e externos que percebe. Se a responsabilidade pelo destino do homem é colocada em instituições sociais, mais do que no próprio homem, o valor intrínseco do indivíduo é também negado. <BR>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Como a visão materialista se torna cada vez mais forte, especialmente no mundo Ocidental, tem havido um correspondente número de jovens que a rejeitam. Eles estão desiludidos com a sociedade muito mecanizada, intelectualizada e desumana, resultados do pensamento materialista. <BR>Os que buscam a verdade percebem o valor intrínseco e a completa integridade no ser humano individual - algo de uma natureza transcendental. Sentem que as pessoas possuem um livre arbítrio que não é simplesmente uma resposta aos estímulos social e biológico, mas a independente afirmação de uma identidade própria. Eles percebem, também, que o Mundo Físico não é tudo o que existe - que, além das experiências externas, existem realidades internas que são as causas do que se expressa exteriormente. </DIV>  <DIV><BR>IGREJAS LIBERAIS E CONSERVADORAS&nbsp; </DIV>  <DIV>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Onde é que estas pessoas que procuram a verdade podem encontrar a confirmação para a sua fé? Muitas vão à igreja na esperança de encontrar uma resposta espiritual para as suas perguntas. Algumas encontram aí o consolo que buscavam, outras não. De entre as que abandonam as igrejas, muitas fazem-no porque nelas encontram a mesma filosofia materialista que tentam evitar, muito embora possam estar revestidas com a aparência de espiritualidade. <BR>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Actualmente, existem duas tendências nas igrejas que podem exemplificar o pensamento materialista. Uma destas tendências é "liberal". As igrejas "liberais" tentam "acomodar- se " aos tempos adoptando a visão científica e materialista do homem. Para elas, a salvação é mais colectiva do que individual e é obtida estabelecendo-se um "Céu na Terra" através de reformas sociais, económicas ou políticas. Elas parecem ter esquecido a afirmação de Cristo&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;"O Meu reino não é deste mundo" (João 18: 36). <BR>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A outra grande tendência é "conservadora". As igrejas "conservadoras" costumam dar uma interpretação literal, histórica e antropomórfica às verdadeiras experiências espirituais e aos símbolos cósmicos. Enquanto insistem na realidade física das coisas, como a baleia de Jonas, não conseguem perceber a realidade espiritual por detrás destes relatos. Interpretam a Bíblia da mesma maneira que o materialismo científico interpreta o Mundo Físico: através dos cinco sentidos. <BR>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Além disso, muitas igrejas limitam a existência do homem atribuindo-lhe uma curta vida na Terra. As decisões que tomar aqui irão afectá-lo por toda a eternidade. Assim, pode-se compreender porque muitos que procuram a verdade espiritual, se sentem impelidos a procurá-la noutro lugar. <BR></DIV>  <DIV>DUAS ALTERNATIVAS NO MUNDO DE HOJE&nbsp; <BR>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; No mundo de hoje existem duas grandes alternativas para o materialismo. Uma é através da sabedoria do Oriente; a outra é através da sabedoria do Ocidente, ou Cristianismo Esotérico. <BR>Algumas pessoas podem ficar surpreendidas com o facto de existirem, realmente, Ensinamentos de Sabedoria no Ocidente. Possivelmente pensaram que as igrejas populares e exotéricas fossem tudo o que o Cristianismo tivesse para oferecer. No entanto, todas as grandes religiões do mundo tiveram os seus profundos ensinamentos de mistérios, e o Cristianismo não é uma excepção. Existem diferenças básicas em relação ao materialismo do Oriente e do Ocidente. De acordo com a concepção Oriental, o aspirante luta pela iluminação espiritual directa, através de exercícios de meditação. O objectivo é alcançar a iluminação no mais curto período de tempo possível. Para levar uma vida meditativa torna-se necessário o afastamento do mundo material, pelo menos até um certo ponto. Portanto, os jovens não orientais que aderem aos ideais orientais, frequentemente se isolam em retiros ou formam comunidades nas quais parte do seu tempo será empregado na percepção e consciencialização da presença de Deus em todas as coisas. <BR>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A Sabedoria Ocidental aborda o materialismo de forma totalmente diferente. No Ocidente, onde o materialismo alcançou a sua maior força, desenvolveu-se uma atitude racional em relação ao mundo, o que trouxe grandes avanços para o entender melhor e saber viver nele. O advento do pensamento científico no Ocidente pôs fim à ignorância e à superstição da Idade Média, que causaram tanta miséria e sofrimento. Portanto, a Sabedoria Ocidental não se afasta do progresso, das descobertas científicas e da materialidade. Pelo contrário, usa-as com objectivos espirituais. Por outras palavras, onde o enfoque Oriental prega, explícita ou implicitamente, o afastamento do mundo material, a Sabedoria Ocidental defende o trabalho com e no mundo material com o objectivo de espiritualizá-lo. </DIV>  <DIV>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;O seu lema é "Esteja no mundo mas não lhe pertença." <BR>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O homem, como um Espírito, tem o seu campo actual de actividade no Mundo Físico e tem como seu instrumento um corpo físico. Estas não são condições para serem desprezadas ou evitadas, pois são o resultado dos esforços de um todo-sábio Criador. Devem ser usadas para que o homem, o Espírito, possa aprender a tornar-se uma divina inteligência criadora, assim como o seu Pai Celestial é capaz de criar em todos os níveis de existência. <BR>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Tendo mencionado, resumidamente, as diferenças básicas do materialismo em relação ao Oriente e ao Ocidente, vamos considerar outras diferenças nestas filosofias. <BR></DIV>  <DIV>CONCEITO DE CRISTO&nbsp; </DIV>  <DIV>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; É de ressaltar como as duas filosofias diferem em relação ao conceito de Cristo. Muitos ensinamentos <BR>orientais permanecem silenciosos sobre este assunto. Algumas filosofias orientais, especialmente aquelas que são divulgadas no Ocidente, reconhecem Jesus como um grande Mestre que obteve a consciência crística ou iluminação, semelhante à que foi alcançada por Krishna ou Buda. Eles ensinam que a devoção a Jesus, excluindo outros grandes Mestres, limita desnecessariamente um aspirante à verdade. Se a verdade é universal, os Mestres, através da história, são igualmente dignos de serem estudados. De facto, quanto mais amplamente o assunto for estudado, de fontes diferentes, mais facilmente se chegará à compreensão completa da verdade.&nbsp;<BR>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;O conceito acima apresentado indica uma falta de compreensão em relação à evolução espiritual do nosso planeta. É possível chegar-se a certas conclusões mas, se não forem considerados todos os factores, não importa quão lógicas as conclusões possam parecer, elas serão erróneas, porque foram omitidos elementos relevantes. <BR>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O factor esquecido nas filosofias orientais é Cristo. Cristo não foi o homem Jesus; Ele não é simplesmente um estado elevado de consciência ou um conceito abstracto. Cristo é um Ser divino, auto-consciente, o mais elevado Iniciado da onda de vida arcangélica. É o representante do Deus Pai: o "Verbo" que "se fez carne e habitou entre nós" (João 1:14). A Sua encarnação no corpo de Jesus foi única na história do mundo. Isto proporcionou à humanidade condições de dominar o Mundo Físico, transmutar o corpo físico e, finalmente, conquistar a própria morte. </DIV>  <DIV><BR>CRISTO, REGENTE DA TERRA&nbsp; </DIV>  <DIV>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A entrada de Cristo na Terra, na hora da Crucificação, tornou-O no Regente da Terra. Este acontecimento foi o impulso espiritual mais importante na evolução do nosso planeta. Antes da vinda de Cristo, o Regente da Lua, Jeová, tinha guiado o nosso planeta de fora. Ele tomou as forças solares espirituais e projectou-as indirectamente para a Terra, porque a humanidade ainda não era capaz de suportar os raios espirituais vindos do Sol. Assim, deu à humanidade religiões tribais, nacionais e raciais que incluem o Budismo, o Hinduismo, o Shintoismo, o Taoismo, o Confucionismo, o Zoroastrismo, e todas as outras religiões orientais. Com a chegada de Cristo, a humanidade recebeu o primeiro impulso espiritual vindo do Sol. Desde então e anualmente, o Espírito de Cristo entra no nosso planeta no Equinócio do Outono (Hemisfério Norte), "nasce" no centro da Terra no Natal, "morre" e é "ressuscitado" nos mundos superiores na Páscoa, trazendo um impulso espiritual mais forte do Sol, a Fonte de toda a vida e luz no nosso sistema solar. Todos estes acontecimentos cósmicos são muito importantes para serem ignorados por qualquer filosofia que pretenda conduzir os homens para Deus. <BR>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Somente através das forças solares trazidas por Cristo é que poderemos entrar na condição etérica da próxima Era. Mesmo os povos Orientais, depois de passarem por uma fase de materialismo, provavelmente terão de dar um novo passo no seu desenvolvimento espiritual e responder às vibrações mais elevadas de Cristo. <BR>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O conceito dos ensinamentos Orientais com respeito a Cristo é deficiente. Esperemos que os Ensinamentos dos Mistérios Cristãos apresentem um conceito mais elevado de Cristo do que os ensinamentos das fontes orientais. <BR>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Além de uma séria discrepância em relação ao impulso central do desenvolvimento humano, também os métodos de realização espiritual são muito diferentes nas duas filosofias. </DIV>  <DIV>&nbsp;</DIV>  <DIV>O DOURADO MANTO NUPCIAL&nbsp; </DIV>  <DIV>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Em primeiro lugar, os Ensinamentos Ocidentais enfatizam a acção física como um método de espiritualizar os corpos superiores do indivíduo. Toda a acção em harmonia com o impulso de Cristo causa crescimento nos corpos espirituais. É somente através de um trabalho cristão, ordenado e sistemático no mundo material, que o aspirante ocidental constrói o que Cristo chamou " Manto Nupcial" numa das suas parábolas (Mat. 22:11) ou o que Paulo chamou "Soma Psuchicon" ou "corpo-alma". A meditação, mudanças na alimentação e os cânticos podem sensibilizar os corpos ocidentais para os mundos espirituais, mas só o trabalho na materialidade fará com que o corpo-alma cresça. É essencial que ele seja construído se quisermos passar para a próxima Época eterizada. Caso contrário, o nosso desenvolvimento futuro será retardado e tornar-nos-emos os atrasados no processo da evolução. <BR></DIV>  <DIV>EXERCÍCIOS ESPIRITUAIS&nbsp; </DIV>  <DIV>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Em segundo lugar, existem grandes diferenças nos tipos de exercícios dados para o desenvolvimento <BR>espiritual. É importante que seja feita uma distinção entre os dois enfoques pois a organização do cérebro nos corpos Orientais é diferente da dos Ocidentais. O cérebro Oriental é especialmente adaptado para o pensamento metafísico porque os éteres do corpo etérico estão, ainda, entrelaçados frouxamente com o corpo denso e são, portanto, passivamente receptivos aos impactos espirituais. Contudo, a falta de uma organização firme causa dificuldades para um Oriental competir e dominar o mundo externo. Por outro lado, o Ocidental tem o cérebro bem organizado e apropriado para trabalhar no mundo objectivo e material. Pelo facto dos éteres estarem firmemente entrelaçados no cérebro do Ocidental, os métodos Orientais de desenvolvimento tendem a desordenar as faculdades do Ocidental, em vez de as espiritualizar. <BR>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; As posições corporais que fazem com que as correntes etéricas sigam em direcções específicas, podem ser prejudiciais a um Ocidental, mas a prática que lhe é mais maléfica é a dos exercícios respiratórios. Estes podem causar reacções muito graves, desde susceptibilidade a doenças infecciosas a uns ou a insanidade e mesmo a morte a outros. As tentativas para elevar o fogo espiritual espinal e abrir os centros sensoriais ou "chakras" são difíceis para os Ocidentais e trariam resultados nocivos se conseguidos sem o desenvolvimento adequado dos corpos espirituais. Os exercícios mais seguros para os Ocidentais são os indicados pela Escola de Mistérios Cristã. <BR></DIV>  <DIV>RENASCIMENTO&nbsp; </DIV>  <DIV>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Outra grande diferença é o ponto de vista Oriental e Ocidental quanto à encarnação ou renascimento. Os estudantes dos Mistérios Ocidentais concordam com os Orientais que os seres humanos renascem de tempos a tempos em corpos diferentes, sob circunstâncias variadas. O ponto de diferença parece ser o propósito que está por trás do renascimento. O objectivo Oriental é escapar da roda da reencarnação, atingindo o estado de Nirvana, ou iluminação. Este estado é alcançado pelo afastamento do mundo material e pelo esforço em eliminar os desejos e as acções. A ideia é que, abstendo-se de todas as novas causas, não haverá nenhum "karma" futuro para ser pago, portanto, nenhuma razão para voltar à existência física. É por esta razão que o aspirante Oriental adopta uma atitude passiva e desinteressada em relação à vida. <BR>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O aspirante Ocidental, ao contrário, vê a vida material como uma escola de experiência que deve ser dominada, se quiser tornar-se num criador como o seu Pai Celestial. Cristo disse: "Quem crê em mim, fará as obras que eu faço; e as fará até maiores...". (João, 14:12). Em vez de tentar libertar-se do ciclo do renascimento, o aspirante Ocidental usa a sua existência temporária no mundo material para o seu progresso espiritual. Assim, ele constrói o corpo-alma e, com o tempo, após ter aprendido todas as lições que o mundo material tem a oferecer, torna-se um Adepto e eleva-se acima da Lei do Renascimento. Mesmo nesse estado de exaltação, ele não se esquiva do seu dever para com os seus irmãos mais jovens e assume um corpo físico com o qual possa servi-los. </DIV>  <DIV>Até mesmo Cristo "tomou a forma de servo fazendo-se semelhante aos homens." (Fil. 2:7). O Serviço, na nossa presente condição, é o caminho mais curto, mais seguro e o mais agradável que nos conduz a Deus. <BR></DIV>  <DIV>LEI DE CAUSA E EFEITO&nbsp; </DIV>  <DIV>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; As filosofias Orientais enfatizam o "karma", isto é, a Lei de Causa e Efeito. Cada acto que desempenhamos gera causas que, mais tarde, voltam a nós. Se fizermos algo de errado em vidas passadas, devemos "pagar" esse mal numa vida futura, pela experiência desse mal em nós próprios. É por isso que os Orientais levam vida de ascetas. <BR>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A Bíblia reconhece esta lei. "O que o homem semeia, assim colherá" (Gal. 6:7). Mas Cristo aperfeiçoou e completou esta lei dando-nos uma nova, a Lei da Graça, que afirma que não precisamos sofrer as consequências dos nossos actos anteriores, se nos arrependermos deles e não os cometermos novamente. Ficamos, então, sob a acção da graça, através do arrependimento, e somos "perdoados dos nossos pecados". O perdão dos pecados, em lugar da sua expiação dolorosa, é exclusivo dos Ensinamentos Ocidentais. </DIV>  <DIV><BR>"MESTRE" OU AMIGO&nbsp; </DIV>  <DIV>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Outra grande diferença nos dois caminhos é que a Escola de Mistérios Cristã não tem "mestres" ou gurus. Os aspirantes Ocidentais não têm "mestres". Cristo disse "Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a vida pelos seus amigos. Já não vos chamo de servidores; pois o que serve não sabe o que faz o senhor; mas Eu chamo-vos de amigos porque vos dei a conhecer tudo quanto ouvi de Meu Pai" (João, 15:13-15). Existe uma enorme diferença entre a posição de um servo e a de um amigo. O servo, sem fazer perguntas, obedece às ordens do seu amo, assim como o aspirante Oriental obedece às ordens do seu guru. Contudo, a palavra "amigo" implica igualdade. <BR></DIV>  <DIV>DESENVOLVER A AUTO-CONFIANÇA&nbsp; </DIV>  <DIV>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Melhor do que ficar dependente de fontes externas, os estudantes Ocidentais devem permanecer sozinhos e confiar nas suas próprias forças internas. Como resultado, desenvolverão a auto-confiança, a independência e auto-determinação. Se pretendemos ser criadores para o nosso próprio desenvolvimento, não devemos depender dos outros. Precisamos desenvolver a nossa própria força de vontade, de maneira a aplicá-la na ajuda e na cura dos nossos irmãos. Só quem é realmente forte tem condições de poder ajudar os outros. <BR>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Os aspirantes espirituais Orientais, tanto quanto os Ocidentais devem enfrentar o crescimento do materialismo, mas a Escola de Mistérios Cristã ensina que os métodos Ocidentais são os mais apropriados para os povos Ocidentais e que eles serão, futuramente, adoptados pelos Orientais. No livro "Conceito Rosacruz do Cosmos", Max Heindel afirma que o Cristianismo esotérico está destinado a ser a religião do mundo. <BR>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Buda, grandioso e sublime, pode ser a "Luz da Ásia", mas Cristo, ainda será conhecido como a "Luz do Mundo". Assim como o Sol ofusca a mais brilhante estrela dos céus, dissipa qualquer vestígio de escuridão e dá vida e luz a todos os seres, assim, num futuro não muito distante, a verdadeira religião de Cristo sobreporá e apagará todas as outras religiões para o eterno benefício da humanidade. <BR>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;“Não sabemos todo o bem que fazemos, quando fazemos o bem.”&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Elizabeth Leseur </DIV>]]></description>
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		<author>Centro Rosacruz Max Heindel - AnjoAlfie </author>
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		<title>Centro Rosacruz Max Heindel</title>
		<description>Oriente                    e                              Ocidente</description>
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		<author>Centro Rosacruz Max Heindel - AnjoAlfie </author>
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