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	<title>Obsessão</title>
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	<description>Centro Rosacruz Max Heindel  A Filosofia Rosacruz é uma corrente de pensamento ocidentalista e cristão, que visa a elevação espiritual do ser humano através do desenvolvimento harmonioso da via ocultista e da via mística.</description>
	<pubDate>Mon, 10 Oct 2011 22:33:54 GMT</pubDate>
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		<title>Obsessão</title>
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		<title>Centro Rosacruz Max Heindel</title>
		<description>A            Obsessão</description>
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		<pubDate>Mon, 10 Oct 2011 22:33:54 GMT</pubDate>
		<author>Centro Rosacruz Max Heindel - AnjoAlfie </author>
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		<title>Centro Rosacruz Max Heindel</title>
		<description><![CDATA[<DIV><A name="OLE_LINK8"></A><A name="OLE_LINK7"></A><A name="OLE_LINK6"></A><A name="OLE_LINK3"></A>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A obsessão é um estado no qual um espírito desencarnado tomou posse permanente do corpo de uma pessoa, depois de ter expulsado o seu dono. Às vezes um indivíduo que tem algum vício, como o da bebida, apresenta como desculpa que está obsedado. Quando alguém diz isso, quase sempre se pode ter a certeza que isso não é mais do que um pretexto. Um ladrão que roubou alguma coisa no mundo físico não vai divulgar o seu roubo, uma entidade obsediante também não vai proclamar esse facto. A essas entidades não importa o que se pense do homem cujo corpo roubaram, nem têm motivo para divulgar a sua condição e arriscar um exorcismo.&nbsp; </DIV>  <DIV>&nbsp;</DIV>  <DIV>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Há uma maneira infalível para determinar se uma pessoa está possessa: por meio do diagnóstico do olho. “Os olhos são as janelas da alma”. Só o verdadeiro dono é capaz de contrair e dilatar a íris do olho. Se um indivíduo está realmente possesso, a íris dos seus olhos não se dilatará quando entra num quarto escuro ou quando se fixa num objecto longínquo. Nem mesmo se contrairá quando encara o sol ou quando se fixa em letras pequenas, em resumo, a íris dos olhos não responde nem à luz nem à distância quando uma pessoa está possessa. Há também uma doença chamada “ataxia locomotora” na qual a íris não responde à distância, mas responde à luz.&nbsp; </DIV>  <DIV>&nbsp;</DIV>  <DIV>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Os espíritos apegados à Terra sentem atracção pela região inferior do Mundo de Desejos, a qual interpenetra os éteres do mundo físico. Esses espíritos estão em estreito contacto com as pessoas terrenas que se encontram em melhores condições para adiantar os seus projectos infames. Normalmente, permanecem nesse estado apegado à Terra durante cinquenta, sessenta ou setenta e cinco anos, mas soube-se de casos muito raros em que esses espíritos permaneceram assim durante séculos.&nbsp;&nbsp; </DIV>  <DIV>&nbsp;</DIV>  <DIV>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;As investigações de Max Heindel tendem a indicar que não há limite às suas acções ou ao tempo que podem ficar apegados à Terra, mas durante esse período de tempo, estão a acumular muitos pecados, e o sofrimento daí resultante ao qual não podem escapar, porque o seu corpo vital imprime no seu corpo de desejos um arquivo das suas más acções. Quando por fim se desprendem da Terra e entram na existência purgatorial, confrontam-se com a justa recompensa, que bem merecem. Naturalmente, este sofrimento aumenta segundo o tempo que tiverem seguido as suas práticas nefastas depois da morte do corpo denso, o qual é outra prova de que “Os moinhos de Deus moem lentamente, mas fazem-no extremamente bem”.&nbsp; </DIV>  <DIV>&nbsp;</DIV>  <DIV>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Quando o espírito por fim abandona o “corpo de pecado” para o chamar assim - e sobe ao Segundo Céu, esse corpo não se desintegra tão rapidamente como acontece ao das pessoas normais. Isto é assim porque a ligação entre os corpos vital e de desejos dão ao corpo de pecado uma consciência pessoal e individual que é notável. O “cascão” não pode raciocinar, mas tem uma astúcia tal, que dá a impressão de estar animado por um espírito, por um Ego, e isso capacita-o a levar uma vida individual durante muitos séculos. Entretanto, o espírito libertado entra no Segundo Céu, mas por não ter feito nada na Terra para merecer uma estadia longa nesse lugar ou no Terceiro Céu, fica só o suficiente para criar um novo ambiente para si e brevemente volta a renascer muito mais cedo do que o normal, a fim de satisfazer as suas ânsias para a vida carnal que tanto o atrai.&nbsp; </DIV>  <DIV>&nbsp;</DIV>  <DIV>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Quando este espírito volta à Terra, é natural que o “cascão” da sua vida anterior se adira a ele e fique com ele a vida inteira como um demónio. As investigações a este respeito provaram que este tipo de entidades sem alma era muito comum nos tempos bíblicos, foi a estas que se referiu o nosso Salvador quando falou dos demónios – sendo eles a causa das possessões e enfermidades descritas na Bíblia. A palavra grega “daimon” descreve-os com precisão.&nbsp;&nbsp; </DIV>  <DIV>&nbsp;</DIV>  <DIV>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Diz-se no Conceito Rosacruz do Cosmos que o homem é um espírito triplo que funciona em três corpos, só um dos quais se pode ver com os olhos físicos. São Paulo disse em I Coríntios 15:40, “Há corpos celestiais e corpos terrestres” e em 15:44, “Há corpo animal e há corpo espiritual.” Os Ensinamentos Rosacruzes reconhecem o corpo natural e espiritual, mencionados por São Paulo, mas também sustêm que estes dois corpos são interpenetrados por um corpo invisível chamado corpo vital, o qual mantém a saúde do corpo denso, restaurando e compondo o que o homem destruiu pelos seus desejos durante o dia. Sustêm também que cada corpo do homem corresponde a um certo mundo invisível que o rodeia e que o mundo e o corpo correspondente são compostos da mesma classe de matéria. Os diferentes planos de existência: o químico, o etérico e o de desejos – são de diferentes densidades e interpenetram-se. Por exemplo, no Mundo de Desejos, a densidade da matéria faz com que ela actue como o gás; o mais pesado adere às regiões baixas da terra, enquanto o mais puro e leve ascende no ar.&nbsp; </DIV>  <DIV>&nbsp;</DIV>  <DIV>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Durante a vida física, o homem desenvolve os seus corpos invisíveis constantemente pelos seus pensamentos, desejos e emoções. Se os seus desejos se baseiam numa vida sensorial, se passa o seu tempo com&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;prazeres inúteis para sua própria satisfação, se não aspira a outra coisa a não ser ao dinheiro, então o seu corpo de desejos pode comparar-se com o fumo negro e pesado. Depois da morte é atraído para aquela região que se chama região purgatorial, a mais próxima do mundo físico. Neste lugar tem de purgar-se de todos os seus desejos impuros; tem de limpar o seu corpo de desejos antes de poder subir à região superior chamada Primeiro Céu.&nbsp; </DIV>  <DIV>&nbsp;</DIV>  <DIV>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Se se tornou num homem culto e sensível, que levou uma vida pura e decente, e fosse obrigado a viver num bairro pobre de uma grande cidade, num tal ambiente sofreria e ficaria doente e voltaria a viver com os da sua classe na primeira oportunidade. Igualmente, se um homem pobre e degradado que sempre viveu num ambiente social baixo, entre gente desonesta, for viver num palácio no meio de gente culta, sentiria muito incómodo e voltaria à sua antiga morada logo que fosse possível.&nbsp; </DIV>  <DIV>&nbsp;</DIV>  <DIV>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; As condições são semelhantes no Mundo de Desejos. O homem que levou uma vida pura e espiritual, ao morrer, fica na região do Mundo de Desejos por muito pouco tempo. Assim que se desprende do seu corpo físico, sobe à matéria mais fina desse mundo. Mas o homem que não conheceu a pureza, que não pensou no além, é como o fumo negro e pesado: adere-se ao plano físico. Prefere frequentar as suas antigas moradas, sobretudo se guarda rancor contra alguém e quer vingar-se; então ficará apegado à Terra até que consiga a vingança. Andará próximo do lugar onde vive o seu inimigo, ou onde haja sessões espíritas até que consiga influenciar alguma pessoa débil e negativa para levar a cabo o seu plano de vingança. Muitas vezes lê-se nos jornais sobre um ladrão ou assassino que alega perante o juiz que teve uma sensação repentina e teve que cometer o crime – alguma força o obrigou a fazê-lo. Os espíritos incorpóreos servem-se frequentemente do pobre bêbado e forçam-no a beber, porque desta forma os degenerados do Mundo de Desejos recebem uma certa satisfação. </DIV>  <DIV><BR>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; É um facto interessante que os espíritos elementais subhumanos às vezes apegam-se a certos indivíduos, a uma família, ou a uma sociedade religiosa. Sem dúvida, os veículos destes elementais não são um “corpo de pecado” composto de um corpo vital e de desejos interligados, mas de éter obtido de um médium de uma natureza relativamente moral. Como o éter assim obtido está em decomposição e é-lhes difícil conservar o seu veículo, pedem àqueles a quem servem, que os alimentem com comidas e incenso. É óbvio que estes espíritos não podem assimilar os alimentos físicos, mas vivem à base dos vapores e odores que emitem, sem contar com o fumo do incenso. O anterior, é um exemplo do facto de que um ideal nobre não nos protege quando violamos as leis de Deus, assim como não podemos evitar uma queimadura se colocamos a mão sobre uma superfície quente, seja qual for o motivo. Mas quando um médium é movido por desejos nobres e por uma devoção religiosa intensa, é difícil que as entidades malévolas se apoderem do seu corpo por muito tempo. Cansam-se rapidamente do esforço e procuram outra vítima que esteja mais em conformidade com a sua própria natureza. </DIV>  <DIV><BR>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Na infância, o sangue pode subir de temperatura até um nível anormal. Em anos posteriores, durante o período de crescimento, frequentemente é ao contrário, pois durante a desenfreada e impetuosa adolescência, as paixões e os acessos de cólera muito frequentes expulsam o Ego devido ao sobreaquecimento do sangue. Dizemos com razão que o acessoo de cólera faz com que a pessoa “perca a cabeça”, ou seja, que a incapacita para o raciocínio. Isto é precisamente o que se passa quando a paixão, a raiva ou a cólera aquecem o sangue, expulsando assim o Ego dos seus corpos. É bem dito que um indivíduo nesse estado “perdeu o controlo de si próprio”, o Ego encontra-se fora dos seus veículos e eles estão privados da influência directiva do pensamento, cuja actividade em parte é a de servir de freio ao impulso. O grande perigo de tais acessos é que algum espírito incorpóreo pode tomar posse do corpo antes que o dono volte a entrar nele. Isto chama-se possessão. Só o homem que é equânime e que não permite que o seu sangue se aqueça pode pensar como deve. </DIV>  <DIV><BR>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Quando alguém morre numa luta ou com ira e desejos de vingança, ficará apegado ao seu inimigo durante algum tempo. Às vezes ocorre que um espírito incorpóreo incita uma pessoa negativa do mundo físico a levar a cabo a vingança daquele e comete o crime que aquele quer. </DIV>  <DIV><BR>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Nos anos vindouros, quando a humanidade for mais iluminada e quando os juízes, os advogados e os jurados tiverem mais conhecimentos do estado posterior à morte, não condenarão o criminoso porque compreenderão que o assassino a quem se dá a pena de morte sem a retrospecção e a quem se atira para o Mundo do Desejo sem preparação, pode ser de maior perigo para a sociedade do que seria em carne e osso. Sem corpo, o criminoso está como um animal selvagem fora da sua jaula. Tem maior campo de acção para levar a sua vida de criminoso, ainda que não possam vê-lo os que “têm olhos para ver mas não vêem”. Se em vez de abrir a jaula e libertar o animal, as autoridades tentassem amansá-lo – colocando-o onde se lhe pudesse ensinar uma vida melhor – evitariam muitos dos crimes que cometeriam sob a influência dos espíritos invisíveis que estão apegados à Terra e que todavia albergam ódios e desejos. </DIV>  <DIV><BR>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; É assim que a pena de morte, em vez de servir como um freio, realmente fomenta o crime.&nbsp; A humanidade está escandalizada com a onda de crimes que estão a ser cometidos no mundo inteiro. </DIV>  <DIV>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Nenhum país está livre da sua influência, sobretudo nas grandes cidades. Muitas vezes se pergunta, “qual a origem desta degeneração?” o ocultista pode dar a razão. Ele conhece <BR>as condições no Mundo de Desejos. Sabe que a região inferior desse mundo está cheia de espíritos apegados à Terra que estão em estreito contacto com o mundo físico. Estes espíritos tinham ódios e desejos fortes quando foram atirados para uma nova vida. Esses espíritos mantêm os seus baixos desejos e buscam a sua satisfação.&nbsp; </DIV>  <DIV><BR>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; No Mundo de Desejos há também muitos espíritos nobres que compreendem as condições e que ficam na região inferior com o objectivo expresso de ajudar os débeis, ensinando-os e levando-os por caminhos mais directos. Mas tal como os assistentes sociais das grandes cidades no mundo físico, estes auxiliares podem ajudar apenas um número limitado. Há pessoas na Terra nobres e altruístas que, assim que estão fora do corpo quando estão a dormir, prestam ajuda amorosa a estes auxiliares invisíveis. Neste campo estão muito activos os Probacionistas da Fraternidade Rosacruz. Eles também fazem trabalho social na região purgatorial.&nbsp;&nbsp; </DIV>  <DIV><BR>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Se um espírito malévolo obtivesse satisfação dos seus baixos desejos influenciando uma pessoa débil ou um médium de quem pudesse alimentar a sua natureza inferior, ser-lhe-ia necessário mais tempo para superar os seus desejos e ficaria apegado à Terra até que fosse totalmente purgado. <BR>Se um homem morre antes de superar a sua natureza inferior, vive com gente parecida durante algum tempo para satisfazer as suas ânsias de tabaco, licor ou sangue. Também o luxurioso pode obter algum prazer influenciando outros a executarem actos sensuais, a fim de que possa gozar a satisfação experimentada por eles.&nbsp;</DIV>  <DIV>&nbsp;</DIV>  <DIV>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Assim como o espírito abandona o seu corpo terreno ao morrer, da mesma maneira descarta o seu corpo de desejos quando termina as suas experiências no Mundo de Desejos. Depois, passa daí ao Segundo Céu. </DIV>  <DIV><BR>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O veículo de desejos descartado do assassino ou do luxurioso requer muito mais tempo para se desintegrar que o de uma alma avançada. O cascão, ou seja o corpo de desejos descartado, no qual se inculcou uma consciência individual, é atraído para aqueles com quem o Ego tinha formado laços – ou seja, com quem esteve relacionado na vida terrena. Estes cascões podem ser usados por elementais os quais se apegam a algum médium e se fazem passar por Lincoln, Wagner ou outra personagem famosa que sem dúvida já passou ao Segundo Céu há muitos anos. </DIV>  <DIV><BR>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O suicida, aquela pobre alma que por desalento destrói o seu corpo físico, é um dos mais desgraçados dos espíritos apegados à Terra. Ele destruiu o templo que era a morada do Deus vivente. <BR>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O homem durante a sua vida terrena prepara o material com o qual constrói a matriz ou o arquétipo do corpo que vai usar na próxima vida. Cada órgão está fortificado ou debilitado segundo os seus actos na vida presente. Ignora que os seus excessos ou abusos reagirão e deixá-lo-ão com um corpo debilitado numa vida futura. </DIV>  <DIV><BR>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Uma vida casta e simples constrói um corpo são. “Aquilo que semear, o homem colherá”. </DIV>  <DIV>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Vemos que a morte não transforma o homem; um pecador não se converte em santo pelo facto de <BR>descartar a sua vestimenta exterior. Aquilo que o homem semeou na sua vida, deve colher algum dia, em algum lugar, mas tem a oportunidade de se arrepender e de se purgar dos seus pecados enquanto se encontra na região inferior do Mundo de Desejos. Ou pode optar por ficar nesta região depois da morte, vampirizando os outros e frequentando os locais que o atraíram na sua vida terrena. Pode talvez roubar o corpo físico a alguma alma débil, para seguir com a sua vida libertina e satisfazer os seus baixos desejos. Mas alguma vez terá que pagar pelas ofensas cometidas; algum dia, pelo sofrimento e tristezas, terá que limpar-se de todos os seus pecados e aproximar-se de Deus no seu corpo purificado e espiritualizado. </DIV>  <DIV><BR>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ninguém que mantenha uma atitude mental positiva pode ser possuído, porque afirmar a sua individualidade, é suficiente para impedir que venha algum intruso. Mas há sempre um grande perigo nas sessões espíritas, onde os assistentes se põem num estado negativo. Quem tem inclinações negativas nunca deveria assistir a sessões espíritas, servir-se de bolas de cristal ou usar qualquer outro método para evocar espíritos. Isso é sempre prejudicial, pois os que passaram mais além têm de fazer o seu trabalho e não se deveria fazê-los voltar cá. </DIV>  <DIV>&nbsp;</DIV>]]></description>
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		<pubDate>Mon, 10 Oct 2011 22:33:54 GMT</pubDate>
		<author>Centro Rosacruz Max Heindel - AnjoAlfie </author>
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